Aqui está uma demonstração do Manual de Normas Gráficas, e da sua leitura "desdobrada". No seu interior estão colocadas as normas estabelecidas para a identidade visual do MUVE, juntamente com um CD que permite a utilização imediata do logótipo nas diversas categorias que este manual propõe.
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Manual de Normas Gráficas Desdobrável
Manual de Normas Gráficas
Este documento (Manual de Normas Gráficas) pretende proteger a identidade do museu MUVE – o museu das sensações – e evitar a ocorrência de erros técnicos, oferecendo uma contextualização dos elementos de identidade visual do mesmo e descrevendo detalhadamente as especificações para o seu uso em qualquer situação.
Para que a coerência se mantenha é necessário que estas regras sejam cumpridas e, em caso de dúvida ou ocorrência de uma situação não referida neste documento, comunicadas ao Museu.
O logótipo é constituído pelo nome do Museu e subtítulo do mesmo.
O nome, MUVE, é formado a partir da vectorização de uma caligrafia criada para o efeito e procura transmitir todas as ideias que definem este Museu (movimento, tempo e sensações).
A linha – sempre seguida, sem pausas – que dá forma ao nome do Museu, aliada à sua repetição, transmite o movimento.
A utilização do amarelo, vermelho e azul (vivos), aliada às curvas suaves e caligrafadas das letras procuram traduzir o factor “sensações”.
Por último, a forma repetitiva do “m” e o seu inicio, mais perto do limite superior da palavra, permite uma referência subtil ao passado.
Como suporte à compreensão do logótipo, é referido o subtítulo “Museu das Sensações”, como ao tema principal.
Grelha
Esta grelha constitui a base de construção deste logótipo, defenindo as proporções entre os diferentes elementos. Tendo por base a letra “M” , gerou-se uma medida universal e unanima que deve ser respeitada. A relação entre a tipografia, logótipo, usada e a defenição do museu foi cuidadosamente estudada, não devendo ser modificada.
Área de Protecção
Para garantir uma representação correcta do logótipo deverá manter-se um espaço suficiente entre o mesmo e outros elementos gráficos ou margens. Esta regra representa as margens mínimas aconselháveis. Sempre que possível devem ser aumentadas.
Soluções Alternativas
Em algumas ocasiões, poderá ser necessário que o logótipo se apresente com uma largura menor. Nessas condições (e apenas nessas) esta é a solução a utilizar.
Tamanho Mínimo

Para que a legibilidade do logótipo não seja comprometida, aqui estão indicados os tamanhos mínimos do mesmo.
São também apresentadas duas propostas com o subtítulo abaixo do nome ou sem subtítulo, de forma a poder ser representado em tamanhos menores. Esta última opção deve ser utilizada apenas em caso de extrema necessidade e essa escolha deve ser contactada ao Museu.
Negativo


Caso se pretenda que o logótipo se insira sobre um fundo preto (ou seja, se procure o negativo do logótipo) o museu oferece estas duas opções. A primeira, em que a linha superior é negra, tal como o fundo, e o subtítulo amarelo; e a segunda, em que a linha superior é branca, bem como o subtítulo.
Grayscale Positivo e Negativo


Aqui se apresenta o logótipo versão grayscale em positivo e negativo.
Monocromático Positivo e Negativo

No logótipo monocromático positivo, as linhas do original (de cor azul, vermelha, e amarela) passam a ser pretas (Pantone Black; C>0 M>0 Y>0 K>100; R>0 G>0 B>0). O subtítulo passa também para cor preta.

No logótipo monocromático negativo, essas linhas são brancas e a linha branca que se sobrepõe às outras, no original, passa a adquirir a cor do fundo (preto). O subtítulo passa a ser de cor branca.
Comportamento sobre Fundos Coloridos

Sobre um fundo de cor Pantone 102 C (amarelo), as três cores do logótipo convertem-se para a cor Pantone Black (preto), cada uma com a sua percentagem de opacidade.
A azul passa a 75% preto, a vermelha a 50% preto e a amarela a 25% preto.
O subtítulo passa, também, a ser a preto.

Sobre um fundo de cor pantone 485 C (vermelho) ou 661 C (azul), as linhas coloridas passam a ser de cor branca, também com opacidades diferentes umas das outras.
A azul passa a 75% branco, a vermelha a 50% branco e a amarela a 25% branco.
Nestes dois casos, o subtítulo passa a ser a branco.
Comportamento sobre Fundos Fotográficos



Tipografia
As letras do logótipo foram desenhadas especificamente para serem utilizadas no mesmo.

O subtítulo do MUVE - “Museu das Sensações”, tem o tipo de letra “Fabrica”, com peso “regular” e, no seu tamanho original, 20 pontos. As letras de todo o subtítulo são de caixa alta.

Restrições

A alteração do logótipo prejudica a coerência e percepção da identidade comprometendo os seus objectivos. Torna-se necessário respeitar a integridade do logótipo, ou seja, a sua estrutura formal e cromática. Aqui estão representadas algumas das incorrecções.
Reformulação dos Logótipos
Depois de verificarmos as soluções iniciais, cada uma decidiu reformular o seu logótipo e ajustar alguns pormenores. Assim sendo, mostramos nesta segunda etapa do desenvolvimento do logótipo, novas soluções e a resolução de problemas que inicialmente nos travaram algumas barreiras.
Sara Marques
Rita Seabra
Rita Gomes
Para uma nova reformulação deste logótipo, manteve-se fixa a representação ligeira de movimento, mas de uma outra forma. Desta vez sem a utilização de uma gradação, mas apenas a repetição de elementos, como se verificam atrás da palavra "MUVE".
Tem também situada uma linha contínua, que representa a viagem temporal característica deste museu, sendo o ponto branco a representação de quem percorre esta linha, neste caso, o nosso visitante. No entanto, a posição deste ponto dá ao logótipo uma sensação de que põe termo a algo, pelo que não é esse o conceito que se pretende totalmente transmitir, uma vez que se trata de um museu em movimento.

Ana Casaca
Este logótipo em comparação com o anterior foi totalmente reformulado e apesar do anterior ter o conceito tanto ou mais sólido que este, o logótipo que aqui apresento é uma junção de "sinapses" e de trocas de sensações que ele mesmo transmite e se deixa revelar, através de uma interacção directa com o observador. Com uma total relação, no campo visual, o logótipo quando visto de longe recria um "universo desconfortável" mas ao mesmo tempo faz com que o observador se sinta incomodado, levando-o a uma sensação visual transcendental. Por outro lado, tendo por base que a identidade visual é o meio pelo qual o museu se identifica, o logótipo torna-se pouco funcional e com alguns problemas quando se apresenta em pequenos formatos.
Ensaios
Aqui expomos alguns ensaios individuais iniciais da Identidade Visual do MUVE.
Como o logo pretende reflectir a ideia do museu em si, procurámos focar-nos em algumas palavras-chave:
Movimento, Linha Temporal e Sensações.

Ana Rita Gomes
Nesta representação de identidade pretendeu-se um pouco a junção da ideia patente de "movimento", presente na gradação de cinzentos e repetição de elementos, juntamente com a linha temporal e "o" elemento transportador do visitante pelo museu.

Rita Seabra

Ana Casaca
Tendo por base os conceitos definidos anteriormente, este estudo foi realizado a partir de um conjunto de signos visuais. Ao longo da construção desenvolveram-se vários processos até ao momento da solução. Inicialmente com a criação dos conceitos, e todo processo levou-me a pensar no museu em movimento, na solução que transmitisse o passado através do presente, e num estereótipo de cadeira (que imaginei que pudesse ser um carro de supermercado, reconstruído pelo o grupo e ao mesmo tempo transmitisse a mesma função da cadeira.) Contudo, depois de falar com os elementos do grupo, a ideia ficou pendente partindo para outra forma de a conceptualizar. Porém a ideia de transferir este logótipo para o papel também não foi em vão... Pois, o facto do papel ter alguma rugosidade e do processo resultar numa solução com pouca definição, dá-lhe um aspecto antigo e disforme.

Sara Marques
Partindo das palavras-chave já enunciadas, procurou-se criar uma representação simples, através de símbolos que transmitissem o pretendido.
Assim, esta presente a linha (simbolizando os carris onde se efectua a viagem, que se prolonga para a esquerda, para o passado), os círculos (remetendo-nos para as rodas que permitem o movimento) e o relógio (reafirmando a dimensão temporal).
Após a revelação de cada um, obtivemos as respectivas opiniões por parte da professora, que sugeriu um subtítulo que acompanhasse a Identidade Visual, e reflectisse uma das palavras-chave, as sensações.
E assim ficou estabelecido, por se caracterizar como um tópico complexo por si só para "caber" num logótipo, e para que a sua identidade fique o mais perceptível e, assim, única deste museu.